Elas valem nos quatro módulos e são a razão de um profissional conseguir assinar embaixo do que a ferramenta produz.
O motor calcula. A IA explica.
Todo cálculo roda em motor determinístico versionado por vigência — o mesmo dado produz o mesmo número hoje e daqui a três anos, numa fiscalização.
O modelo de linguagem lê documento, classifica o ambíguo e redige. Fazer conta é proibido para ele: alucinação numérica é o risco fatal em produto financeiro, e foi eliminado por arquitetura, não por promessa.
Sem citação, não vai para a tela.
Toda afirmação normativa carrega norma, dispositivo e link oficial. Um verificador secundário confere se o trecho citado sustenta a frase;
se não sustentar, a resposta é marcada como não verificada. Abaixo do limiar de confiança a ferramenta se cala e abre uma tarefa de revisão humana, em vez de chutar.
Todo entregável vira dossiê.
Cada análise gera um artefato imutável e exportável: os arquivos processados com hash, a versão do motor, a data-base do corpus,
a cadeia de premissa → dispositivo → cálculo → resultado, os itens em que a ferramenta se absteve, e quem revisou e aprovou.
Não é relatório bonito — é prova.